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ALFARRABIOS _ Roberto Fortes


ALBERT CAMUS EM IGUAPE

 

Impressões deixadas por Albert Camus e Oswald de Andrade no Livro de Visitas da Santa Casa quando de sua viagem a Iguape em agosto de 1949.




Escrito por Roberto Fortes às 09h45
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LEITURAS...

“A Vila de Prainha”

 

 

Paulo de Castro Laragnoit (1923-2011) foi um dos mais respeitados historiadores e intelectuais do Vale do Ribeira, além de pintor e genealogista. Nascido em Miracatu, a velha Prainha, pesquisou a fundo a história de sua terra, fundada por seu bisavô Pedro Laragnoit, em 1872. Da intensa busca pelos primórdios da antiga freguesia surgida em terras então pertencentes a Iguape, nasceu o livro “A Vila de Prainha” (1961), cuja edição foi revista e ampliada em 1984, com capítulos adicionais sobre as demais cidades do Vale do Ribeira. Tive o privilégio de ser seu amigo, e dele ganhei um belíssimo quadro retratando a Praça da Basílica, em Iguape. Mantivemos correspondência durante anos; ele me encaminhava cópias de seus trabalhos inéditos e edições dos livros publicados: “Histórias do Vale da Esperança” (Edição do Autor, 1992); “Laurindo de Almeida e a Vila de Prainha” (Soset, 2006); “Centenário da Imigração Japonesa – 1908-2008” (Soset, 2008); e o derradeiro livro artesanal “Quatro mãos... Duas cabeças... Um só coração – Reminiscências da terra natal, no tempo da escola primária” (2011), em colaboração com o monsenhor João Joaquim Vicente Leite. Vale a pena ler Paulo Laragnoit.



Escrito por Roberto Fortes às 12h45
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LEITURAS...

“Goyahó – Capitania Hereditária de São Vicente”


 


 

Quando da comemoração dos 500 anos da “descoberta” (ou “achamento? ou “invasão”? ou “conquista”?) do Brasil, em 2000, o jornal “A Tribuna” publicou o livro “Goyahó – Capitania Hereditária de São Vicente”, com a colaboração de diversos pesquisadores, entre os quais, o jornalista Eduardo Bueno, que assinou o capítulo “Mestre Cosme Fernandes, o Bacharel e a fundação do povoado de São Vicente”. Fartamente ilustrado, é uma obra que trata da nossa história sem academicismos, mas numa linguagem clara e acessível. Virou obra de referência para o estudo da Capitania de São Vicente, da qual Iguape e Cananeia faziam parte, até 1624, quando a donataria da Condessa de Vimieiro, esbulhada em seus direitos pelo primo Conde de Monsanto, foi transferida para Itanhaém.



Escrito por Roberto Fortes às 20h16
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LEITURAS...

“Palavra Vasta”

 

 

O escritor e poeta iguapense Francisco José Franco Mendonça, mais conhecido como Zé Franco, publicou, em 2014, o livro de crônicas e poemas “Palavra Vasta”, reunindo sua produção literária de 2013 a 2014. “Os temas são os mais variados, como é a vida: dias de sol, chuva, frio e calor”, escreveu o autor na apresentação do livro. Os versos finais do poema “Terra iguapense” dizem: “Tenho andado um pouco distante/ Meus pés cresceram demais/ E agora querem voltar/ Para a dona de minhas raízes”. Para ler e refletir. 



Escrito por Roberto Fortes às 19h56
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"O Arroz de Iguape"

 


 

O engenheiro-agrônomo Lourenço Granato, natural de Vercelli, Itália, chegou em Iguape no dia 18 de novembro de 1900, a bordo do vapor "Alexandria", nomeado inspetor agrícola do 6º Distrito Agrícola, cuja sede era em Iguape e compreendia os municípios de Itanhaém, Ubatuba, Caraguatatuba, São Sebastião, Ilhabela, Santos e São Vicente, em substituição ao Dr. João Pedro Cardoso. Granato escreveu vários livros científicos, utilizados no curso de técnico em agricultura ministrado no Aprendizado Agrícola Dr. Bernardino de Campos, instalado em Iguape em 1903, e que era uma preparação para quem desejasse estudar na concorrida Escola Agrícola “Luiz de Queirós”, em Piracicaba, que mantinha o melhor curso de Agronomia do país. Granato desenvolveu, no Aprendizado, importantes pesquisas sobre o arroz de Iguape, além de ter publicado diversos artigos na imprensa local. O Aprendizado Agrícola funcionou até 1914. Entre seus livros de Granato, destacam-se: "A Lavoura do Arroz em Iguape" (1902), "O Arroz de Iguape" (1910), "Noções de Meteorologia e Climatologia Agrícola" (1913), "O Arroz" (1914), "As Moléstias dos Animais - Manual do Veterinário Prático" (1913), entre outros. Em "O Arroz de Iguape", com base em análises científicas, Granato provou que o arroz de Iguape era o mais nutritivo dentre todas as espécimes analisadas do país.



Escrito por Roberto Fortes às 19h55
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LEITURAS...

"Cananeia, o primeiro povoado do Brasil - A saga do Bacharel - A verdadeira história"


 

 

O escritor e pesquisador Ídolo de Carvalho, meu prezado amigo que reside em Cananeia, lançou, em 2010, o instigante livro que leva o título "Cananeia, o primeiro povoado do Brasil - A saga do Bacharel - A verdadeira história" (Editora Solis). Nesta obra, o autor esmiuça a história dos descobrimentos portugueses e destaca um dos personagens mais misteriosos da história brasileira: o Bacharel de Cananeia, que o historiador Ernesto Guilherme Young (1850-1914) identificou como sendo Cosme Fernandes, hipótese aceita por renomados historiadores, como Teodoro Sampaio e outros. As fontes citadas e o estilo do autor são um convite à leitura do livro.



Escrito por Roberto Fortes às 19h53
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“Fagulhas de uma saga”

 

 

 

A Família Toledo foi uma das mais abastadas da fase do ciclo do arroz de Iguape. Entre seus vultos se destacaram o comendador José Jacinto de Toledo, que foi deputado provincial por Iguape na legislatura 1850-1851. A professora aposentada de História, Maria José Lima Toledo Sanches Figueiredo, que lecionou no Colégio D. Pedro II e na UERJ, conta, em “Fagulhas de uma saga”, (Edição do Autor, 2005) a história da Família Toledo, entrelaçada com a Família Sanches, da qual se destacou seu pai, Nosor de Toledo Sanches, poeta dos mais respeitados em seu tempo no Rio de Janeiro, autor de vários livros de poemas. Outros vultos também se destacam, como o comendador João Mâncio da Silva Franco, que se casou com uma Toledo e, enviuvando, se casou com sua cunhada, também Toledo, personagem de grande expressão em Iguape e no Rio de Janeiro, onde foi sócio de banco. Foi o proprietário do prédio do “Hotel São Paulo”, que fora de seu sogro José Jacinto de Toledo. Sagas familiares sempre despertam fascínio. 



Escrito por Roberto Fortes às 19h49
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“Iguape, Cidade do Humor Fraternal”

 

 

O professor, filósofo e historiador Benedito Machado publicou, em 2005, “Iguape, Cidade do Humor Fraternal” (Gráfica Soset), reunindo muitas de suas crônicas publicadas na “Tribuna de Iguape”. Com fina ironia e estilo refinado, o autor brinda o leitor dezenas de histórias e “causos”. Alguns dos títulos: “Iguape, ano 20 A.C.”, “Mardita gramática”, “Conotações misteriosas”, “O sargento Fogaça”, “O anjo abilolado”, “Histórias fantásticas (e carimbadas)”, “Peixe com mandinga”, “Do padre Mathias aos sacerdotes saltitantes”, “O Boi Tatá’, “Os pitoqueiros”, entre outros. Uma leitura para desopilar o espírito. 



Escrito por Roberto Fortes às 19h47
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“Nossas Origens – As Lutas e as Vitórias”

 

Carlos Fausto Ribeiro (1908-1997), que foi vereador em várias legislaturas (ocupando a presidência da Câmara) e prefeito de Iguape em dois mandatos (1964-1968 e 1977-1982), além de professor leigo, comerciante e colaborador de jornais, publicou, em 1990, suas memórias “Nossas Origens – As Lutas e as Vitórias” (Lumiar Editora). Nesta obra, o autor conta as origens da Família Ribeiro e sua própria gênese familiar, no bairro do Momuna, sua infância, a vinda para Iguape, o início da vida pública, as concorridas eleições, os bastidores da política, enfim, como diz o título, “as lutas e as vitórias” de um dos mais importantes homens públicos do Vale do Ribeira. Além das memórias familiares do autor, o livro nos apresenta um recorte da história social e política iguapense no século XX.

 

  



Escrito por Roberto Fortes às 19h43
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LEITURAS...

"Os descobrimentos portugueses - III"

 

(Bacharel de Cananeia teria chegado antes de Cabral?)

 


 

 

 

Neste livro, o notável historiador português Jaime Cortesão, que viveu no Brasil durante alguns anos fugindo da ditadura salazarista, no capítulo V ("Viagens pré-cabralinas ao Brasil") aventa a hipótese de que o mui afamado Bacharel de Cananeia teria vindo ao Brasil em 1499, na expedição de Bartolomeu Dias, portanto antes da descoberta oficial por Cabral. Esse bacharel ficou por cerca de um ano na Ilha de São Tomé, onde ocupou o cargo de ouvidor e teria deixados bens, antes de ser trazido ao Brasil. Não deixa de ser uma hipótese plausível. Por outro lado, a hipótese mais conhecida é que o Bacharel teria vindo na expedição de 1501-1502, capitaneada por André Gonçalves (alguns citam Gaspar de Lemos), e que tinha Américo Vespúcio como cosmógrafo. Varnhagen, não citando a fonte, escreveu que o Bacharel foi deixado por essa armada em Cananeia no dia 24 de janeiro de 1502. O livro de Cortesão, que faz parte de suas Obras Completas, foi editado em 1990 pela Imprensa Nacional de Portugal. Merece leitura.



Escrito por Roberto Fortes às 14h27
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"Caiacanga e outras histórias do Vale do Ribeira"


 

 

Neste livro de leitura cativante, publicado em 1983, Olympio Adorno Vassão, nascido em Juquiá (SP), conta suas memórias, além de várias histórias e causos acontecidos no vale banhado pelo rio Ribeira de Iguape. Das páginas do livro criam vida a misteriosa fazenda Caiacanga, em Eldorado, e também as picarescas aventuras do capitão Júlio Franco, de Iguape, e casos protagonizados por Maria Vitrola, Domingos Bauer Leite (avô do deputado Samuel Moreira), Pedro Mendes, entre outras. A prosa fluente de Olympio é um convite à leitura.



Escrito por Roberto Fortes às 14h22
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“Minha Vida”


 

 

Nascido em Iguape, Luiz Moraes Machado, carinhosamente conhecido por Liquinho, meu prezado amigo e assíduo leitor da “Tribuna de Iguape”, conhece como ninguém a história de Iguape. E, o que é melhor, a história vivida em Iguape. Em 2013, Liquinho lançou seu livro de memórias “Minha Vida” (Edição do Autor). Nesta obra de leitura prazerosa, o autor conta passagens de sua infância e juventude, a vida em São Paulo, mas, principalmente, destaca as histórias acontecidas na sua terra natal. Personagens pitorescos saltam das páginas do livro: Joaquim Birro, Júlio Franco, Félix Rocha, Eugênio Quibebe, Chiquito Rocha, João de Abreu, Chico Giani, João Grossi, Cassiano Teixeira, João Boião, Ari Giani, Seu Oliveira, Antônio Felipe, Prequeté, além de muitos casos e “causos” que farão a alegria do leitor. Para ler e reler.



Escrito por Roberto Fortes às 14h20
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“Contos e Lendas de Iguape”

 

 

O artista plástico Ludovico Sarcinella, que residiu em Iguape durante muitos anos, onde se destacou nos meios sociais, artísticos e públicos, lançou, em 1997, o livro “Contos e Lendas de Iguape”, com belíssimas ilustrações produzidas pelo artista e com texto de sua filha Fabíola Sarcinella. Na obra, o leitor pode apreciar histórias que há séculos fazem parte do imaginário caiçara, como “Saudades de Iguape”, “O Tucano Dourado’, “O Boy Coara”, “Cavalo Grande do Valo Grande”, “A Fonte da Saudade”, “O Choro dos Pagãos”, “A Carruagem da Praça da Matriz”, “Canhões de Iguape – Januário Português”, e outros. 

 



Escrito por Roberto Fortes às 14h17
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“Iguape Cidade Santuário – Origens”

 

 

O professor, filósofo e historiador Benedito Machado lançou, em 1997, o já clássico livro “Iguape Cidade Santuário – Origens” (Gráfica Soset), onde traça um detalhado painel dos primeiros anos de Iguape, suas origens e evolução política. Apoiado em seleta bibliografia, o professor Machado fala da fundação do povoado no bairro de Icapara, do aventureiro espanhol Rui García Mosquera, do enigmático Bacharel de Cananeia, da guerra de Iguape contra São Vicente, da mudança do povoado para o local atual, do aparecimento do Bom Jesus, etc. O leitor vê passar pelas páginas do livro, como num mágico caleidoscópio, o alvorecer e o declínio de uma das mais antigas cidades do Brasil, nascida nos primórdios da América portuguesa. Leitura imperdível. 



Escrito por Roberto Fortes às 14h03
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“Largo de São Benedito”

 

 

O escritor, ator, dramaturgo e radialista iguapense José Boaventura Barbosa (1916-1995), que usava o nome artístico de Paulo de Avelar, destacou-se no rádio, teatro e cultura paranaenses. Escreveu vários livros sobre sua infância e juventude em Iguape, entre eles: “Aconteceu em Iguape” (1984), “Iguape de Outrora” (1988) e “Largo de São Benedito” (1989). Neste último, além das preciosas memórias iguapenses, o autor também publicou diversas fotos antigas. Leitura imperdível. 

 



Escrito por Roberto Fortes às 14h01
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